O SC foi desenvolvido pelos laboratórios da Nippon Telegraph and Telephone (NTT) em meados dos anos oitenta e foi um dos primeiros conectores a chegar ao mercado após o advento dos terminais cerâmicos. Às vezes chamado de ‘conector quadrado’, o SC possui uma face final de acoplamento push-pull com uma ponteira de cerâmica com mola. Inicialmente planejado para redes Gigabit Ethernet, foi padronizado na especificação de telecomunicações TIA-568-A em 1991 e cresceu lentamente em popularidade à medida que os custos de fabricação diminuíam. Devido ao seu excelente desempenho, dominou a fibra óptica por mais de uma década, com apenas o ST rivalizando com ele. Trinta anos depois, continua sendo o segundo conector mais comum para aplicações de manutenção de polarização. O SC é ideal para aplicações de comunicação de dados e telecomunicações, incluindo redes ópticas passivas e ponto a ponto.
Um conector de fibra óptica termina a extremidade de uma fibra óptica e permite conexão e desconexão mais rápidas do que a emenda. Os conectores acoplam-se e alinham mecanicamente os núcleos das fibras para que a luz possa passar. Conectores melhores perdem muito pouca luz devido à reflexão ou desalinhamento das fibras.
A OMC fabrica muitos tipos de conectores de fibra. Como SC, LC, ST, FC, MU, MTRJ, E2000, MPO, MTP, SMA, DIN, D4 etc.
